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gaveta
30.8.05

no dia em que te vir vais ver-me também. e vou derramar sobre ti o que hoje me entope as veias e me molha as meias sem qualquer sabor. e nem vais perguntar e nem vais dizer nada e eu, como tu, vou ficar calada. tal rato encolhido a roer línguas de gato vem deitar-te comigo, em frente ao retrato. traçado sem laços, de batons baços, cor de rosa, cor de laranja, cor de encarnado, de cor e salteado e nem vais ser preciso mexer uma palha porque já sei que não há agulhas neste cruzeiro. portanto sem pressa nos corrimões e nas escadas, sem dar encontrões às outras amadas e vou passar de mansinho as serenatas a limpo, enquanto me embebedo de vinho retinto. à espera, sentada.


je suis une chaise longue


os dromedários dromem muito mais do que eu


presentes ao comprido
chapéus de côco, relógios de bolso, lamparinas faróis, faíscas, portadas, ferrolhos, treçolhos, brigadeiros, pinheiros, chorões, colchões de palha, de ar, de água, cobertores de papa, sardinheiras, campaínhas, portões, pontões, madrugadas, caminhadas, pérolas, mariscadas, mapas, bagagens, miragens, piratas, abordagens, bordados, rendas e fendas, poços, ribeiras, riachos, penas e penachos, caminhos, caminhadas, galochas, almofadas, graçolas, grafonolas, gira-discos, saltimbancos, alguidares, colares, pardais, gaivotas, papoilas, girassóis, palhinhas, sombrinhas, sombreros, sedas, fontanários, zebras e abecedários

29.8.05

vocês são um mimo... ora aqui vão dez vivas ao nonsense, à poesia, aos episódios e às injúrias, aos asteriscos e quejandos, minhas canjas de galinha!

mui grata a todos os que têm vindo a acompanhar esta postonovela dos últimos tempos que isto no man is an island.

foram dias de pus mas está a sarar, já estou no recobro (...foi duro).
agora falta-me a coraggia para avançar - novo drama ou talvez assim-assim porque os dias correm quer eu queira, quer não. vamezaver...

enquanto os zeros e uns não povoarem de novo o lar, a corrente criativa por aqui mantém-se choca mas renovo a minha promessa de voltar pior do que nunca, cheia de fibra óptica.




fica um cheirinho...

como não tinha mãos, as ciganas liam-lhe a sina no pé


24.8.05

ás vezes a vida é ou não é um olho do cu infinito?
ora o mundo que me desculpe mas vou verter aqui as minhas aguenias:

É TUDO UMA MERDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!

ora vá lá ritinha, não é bem assim, não estás à fome no burundi, não te amputaram o clítoris, não tens cancros ou mazelas crónicas, está bem alimentada, anafada, de faces rosadas, tens casa, trabalho, objectivos, família, amigos. estás sempre tesa é certo mas o dinheiro não é a felicidade e blá, blá, blá, blhá, blhé, blhérrrque.

o próximo que se aproxime de mim com a contemporização da moda, seja zen, minimalista, proverbial ou realista, cuspo-lhe na cara, direito aos olhos e ao coração para lho escarafunchar e com o sangue escreve-lhe na testa agradeço mas fica para outro dia obrigadinha, sim?

é um quilinho de consolo, embrulhe que é para tomar em casa, sff.

ninguém sabe consolar. ninguém me sabe consolar. modéstias de fora, eu cá consolo bem, sei onde estão os botões, sofro junto, choro por cima mas com o cuidado de não ser mais do que chora o outro, não retiro cargas dramáticas a ninguém nem declaro pedantemente do alto do meu cavalo alegre Sorri pá vida e a vida te sorrirá!

hoje em dia é proibido estar triste, é logo ó-que-é-que-tens-? é logo não-estou-para-levar-com-a-neura-dos-outros, chega-pra-lá-que-isso-pega-se! perguntas quando eu quero é respostas.

só-os-fracos-se-entristecem - é este o mito da década e de sempre. e eu mesmo sabendo disso, sinto-me na obrigação de ser feliz, felizinha, contentinha, alegreta.

a próxima pessoa que me agarrar no queixo e me dissesr pirosamente, mosra lá um sorriso dos teus, leva um murro dos meus.

a minha tristeza é melancólica e nada violenta mas todas as tentativas falsas e/ou falhadas de me porem de pé, deixam-me louca, pior que estragada, afundam-me mais porque a imbecilidade põe-me de rastos - para isso basta a minha.

e depois, confesso, quem nada no esterco habitua-se e gosta e alimenta-se da treva e nega a luz que o fere.

é só fase, já sei. e aprende-se, já sei, e passa rápido, já sei. e já sei tudo mas agora quero canja de galinha e que cancelem compromissos para me virem abraçar e que me acordem com pão fresco e que me adormeçam com festinhas e que me façam as vontades e me digam que foi só um sonho mau e que amanhã vão mover o mundo com uma alavanca para encontrarem lá debaixo o que perdi e que estão comigo, por mim e para sempre.

mas que disparate! onde é que já se viu uma coisa destas? oramessa agora! tem a mania qué fina, se calhar!

sim, sim, hum, hum... QUÉ LÁ SABER!!!! queria era que fosse assim um dia, um dia assim chegava para recuperar as fézes que perdi plo caminho nestes dias.

Miseráveis dias, miseráveis horas. e eu que não sou nada assim. mas algum dia tinha de haver uma fase assim.
enfim, dá calo. não que eu queira calos para alguma coisa...

francamente, a ver se isto passa porque este corpinho não aguenta muito mais a stand up do destino.

entretanto, muchas gracias a quem, solidário, deixou aqui e ali pózinhos de perlimpimpim para eu voar uns minutos que fossem!

quando isto for, eu volto em força e ofereço uma rodada k.o. de posts a quem tiver coragem de celebrar comigo (sim, que isto está a acompanhar o ritmo pluvial nacional e assim que a manda-chuva se erguer vai haver dilúvio)

agora vai uma torcidinha telepática?

13.8.05

roto, furado, saco sem fundo, 100% feito à mão. pelas minhas mãos. jeitosa. dá jeito. e logo agora! perdida por cem perdida por mil. sem linhas, nem direitas nem tortas de deuses que me perseguem qual cobrador do fraque. passei aqui para aliviar mas nem me atrevo a aprofundar muito a ladaínha, não vá o karma operar com cutelos mais uma vez. que se lixe a crise. sou eu quem está em crise! muitas crises! em estado crisítico! e pior, tenho o feeling que estes foram os primeiros triunfos de um belo ranking que se aproxima... só pode ser macumba, anda aí alguém nas rezas, a acender-me velas, com pedras à lua e véus liláses, em danças e transes. e não me digam que é fita, porque fita eu sei fazer, isto é azar daqueles que nem a minha imaginação possuída conseguia criar. mas isto é tudo relativo e pouco há de garantido. enfim, que o sol brilhe doucement e pode ser que eu aguente. vanhu eles que eu posso cueles.


nota da editora:
a protagonista de toda esta anedota estará de volta - e ao ritmo habitual - brevemente (assim que as suas disputas, ódios e quezílias com entidades netcábicas e euróicas amainarem).
entretanto, estes ameaços continuam.
fui.
se sobreviver, volto para contar.

(boas férias a quem, como eu, as tenta encontrar)

10.8.05



é um chetantinho, venho já






a torcer para tudo dar certo

9.8.05


estou cheia de pausa
( de momento outros valore se alevantem)

5.8.05

para ver se me animo


WARNING:
this blog may contain traces of nuts


porque há que relativizar
NEW AND IMPROVED!!!
E=MC^3


tardes de
revisão


salvação nestes dias


afinal não tenho um gato
tenho um camaleão



SÓ QUERO PAZ



somewhere over the rainbow


subtilezas de que não sou capaz
degas


le gris neánt
o que fica, quando tudo ardeu

4.8.05

i wish
como não sei dançar nem cantar
pulo e grito o melhor que posso



TENHO SEMPRE A SENSAÇÃO
QUE ME METO ONDE NÃO DEVO


bonnie & clyde

porque a cumplicidade é o melhor da vida



há espaço para tudo na minha gaveta


caixas de música
relógios de cuco
polaroids
baús em sotãos
diários de desconhecidos
carrocéis antigos
banhos no rio
pó de arroz
ramalhetes
laçarotes
medalhões
puzzles infinitos
lareiras
páteos
serenatas
cantilenas
avenidas
marés
canteiros
baloiços
tambores
sapatos de festa
trapezistas


reverse psychology

a partir de agora, tomo eu a iniciativa.
vou começar a gritar "és todo grosso" para as alturas dos andaimes.
e trazer sempre comigo uma buzina de ar comprimido para retribuír os sempre simpáticos elogios dos camionistas.
pode ser que eles se assustem.


para começar bem o dia


ABSOLUTAMENTE


BOM DIA MUNDO!


crash
sem palavras

3.8.05

como é possível que me esqueça de que amanhã estarei morta. do pó ao pó?
porque não me lembro disto na fúria, no carrossel dos dias?
porque preciso de escrever para não me esquecer?
porque me julgo imortal ou duradoura?
porque me importa a camisola e o preço do creme?
porque oscilo sempre entre eu e o mundo e não penso no arame em que corro?
porque caio na teia do possível e nem sempre luto?
porque não encarno o carpe diem? e porque me deixo levar?
porque não me dou de um salto?
porque recuso o depois? porque deixo para depois o agora?
porque não rezo aos deuses? porque não temo? porque teimo?
porque fico cá e não vou lá e vou e não fico e porquê?
porque espero? porque me desculpo e porque aceito?
porque não meço e não vejo até ao fim?
porque me escapa tudo isto? porque me entrego aos dias da semana?
porque sou inconsequente e apenas de corpo presente?
porque me passeia o espírito debaixo de candeeiros?
porque me revolto e depois volto?
porque carne e não peixe?
porque passa, porque amassa?
porquê amar e porquê deixar?
porque vejo da janela? porque como da panela?
porque não importa e porque é importante?
porque somos anjos bestiais de canduras carnificinais?
porque não devoro se para isso tenho dentes?
porque não abraço se sei que devo?
qual o porquê da hesitância?
porque fico aqui à espera da resposta? e porque saio à sua procura sem parar?


La Dernière Minute
Quand j'aurai tout compris, tout vécu d'ici-bas,
Quand je serai si vieille, que je ne voudrai plus de moi,
Quand la peau de ma vie sera creusée de routes,
Et de traces et de peines, et de rires et de doutes,
Alors je demanderai juste encore une minute...

Quand il n'y aura plus rien qui chavire et qui blesse,
Et quand même les chagrins auront l'air d'une caresse,
Quand je verrai ma mort juste au pied de mon lit,
Que je la verrai sourire de ma si petite vie,
Je lui dirai "écoute ! Laisse-moi juste une minute...

Juste encore minute, juste encore minute,
Pour me faire une beauté ou pour une cigarette,
Juste encore minute, juste encore minute,
Pour un dernier frisson, ou pour un dernier geste,
Juste encore minute, juste encore minute,
Pour ranger les souvenirs avant le grand hiver,
Juste encore une minute... sans motif et sans but.

Puisque ma vie n'est rien, alors je la veux toute.
Tout entière, tout à fait et dans toutes ses déroutes,
Puisque ma vie n'est rien, alors j'en redemande,
Je veux qu'on m'en rajoute,
Soixante petites secondes pour ma dernière minute.


-para quem quiser saber, sim, foi um copy/paste. mas muito sentido.

-podem ouvir algures aí num post escondido



dégradé
quem com ferro mata, com ferro morre
olho por olho, dente por dente
amor com amor se paga
toma lá dá cá


numa busca

esta é a primeira imagem de academia que aparece.
a tradição já não é o que era.


fora da neura
porque

quem
leve
destes
na
bochechas
reluzentes
merecidamente



(voltou-me o bom humor e eu hoje estou mãos largas: um quarto de frango e um copinho de água corrente para todos!)





caught with my pants down


ACHEI!
à falta de um dealer na minha área de residência, encontrei remédio alternativo (nada zen, não se vende nas hervanárias)





CAN´T TOUCH THIS
YOU JUST CAN´T TOUCH THIS
aos berros pela casa toda
no reppeat
com coreografias loucas
adrenalina garantida, agora só me faltam as calças...


estou sem cabeça


e no entanto...

com tudo o que podia querer, deus foi bom para mim, nada me falta. o sol brilha. o que é que me leva a deixar para amanhã o que posso fazer hoje? há comprimidos para a força de vontade? aceitam-se donativos, piadas e empurrões...


a diferença é a consciência pesada...





genial
fazer espécie (vulgo espésse)


continuação


- o slogan make love not war foi durante muito tempo um enigma para mim. na minha inocência, ou não, war era confundido com wore (de usei roupa) e eu estava convencida de que aquilo era um statement ao estilo "faz amor despido/sem roupa", o que na minha cabeça era já de si lógico e estes tipos não passavam de uns redundastes... enfim, antes nua que na guerra

- the end era um mistério. aparecia sempre no fim mas a minha imaginação delirante levava-me para outros lados. o que era aquilo? os autores? a marca? o patrocínio? queria dizer intervalo? era para mim impensável que no fim de um filme ou dos desenhos animados, houvessem MESMO palavras a dizer que era o fim.

- e primeiro que eu descobrisse que Ld.ª não era apelido? hã? alguém tem melhor que esta?


THE END



o mundo perfeito
a propósito de um fabuloso post daqui (fazendo o gesto de agarranço na orelha), e com o qual muito me identifiquei, lembrei-me de alguns equívocos do meu crescimento que me fazem rir e corar:
- estive convencida, aí até aos 15 anos, de que primos direitos eram só os do lado do pai e que os outros eram só primos. a minha mãe nunca tinha usado a expressão relativa ao seu lado e o meu pai fazia-o sempre em relação ao seu
- achei durante algum tempo que um preservativo era para ser usado no nariz. na altura não se falava tanto e vi numa t-shirt, desenhada pelo herman, um homem/boneco/caricatura com um no nariz
- pensei que gambuzinos fossem animais da família dos veados, tipo gazela, e até ver a minha convicção deitada por terra, debati-me ferozmente para o provar
- e toda uma grande lista de vergonhas públicas e privadas que continuarei a exorcisar


a propósito


conclusão
de agora em diante far-me-ei transportar unicamente de helicóptero
(pelo sonho é que vamos e parece que nesta altura não fazem falta...)


no metro
uma esmolinha
por favor
para ajudar
o dificiente,
o dificiente agradece
(dá com a bengala no chão ou no ferro)
...
repete refrão
(dá com a bengala no chão ou no ferro)
...
repete refão
...

eles andam aí. e estão organizados. que eu já os vi. na baixa-chiado. todos juntinhos. com caixas iguais.

claro que faz impressão, especialmente se for aquele que não tem braço. mas todos eles, e principalmente esse, me irrritam. não posso fazer nada, irritam-me. tanto pelo discurso miserabilista, como pelo display desnecessário de todos os pedaços mancos, a ver se pinga mais algum. ófachavor, vá-se catar. e por favor, deslargue-me a mão que já não vos posso ouvir.

(e o mesmo se aplica ao ciganito com o minicão em cima do tablier, kosovares acordeonistas sem variação de playlist, seropositivo com receita médica, etc.)


no comboio
confirmo a minha teoria de que certas formas de vida não deviam existir

2.8.05

nos meus sonhos eu sou assim


good clean fun
um português a tentar falar espanhol
um inglês a tentar falar francês
um brasileiro a tentar falar inglês


O VENTO
A MINHA MAIS ODIADA FORÇA DA NATUREZA. venham bátegas, venham secas, frios de rachar cimento, o que quiserem. TUDO MENOS VENTO. deve ser a minha costela esquizofénica a funcionar. sim, porque tal como eu, os alucinados, não gostam de vento. se passa da brisa, prefiro não sair de casa. lutas bíblicas contra as rajadas e choro de raiva em dias mais abanados pelo assobio do zéfiro. para mal dos meus pecados vivo numa zona bem guarnecida - desde a nortada aos ventos do sudão, há dias para todos os gostos. menos do meu. se este fosse um pais de tufões, emigrava ou esperava pela amainada amarrada à cama, sedada. isto vai tão longe que já quis rapar o cabelo para não ter de o pentear sempre que chego a qualquer lado. mais uma para juntar às que são as minhas graças e desgraças na corte de el-rainha tadinha.
hoje é um dia bom - isto é, os kms horários abrandaram em relação a ontem.


nossas senhoras
o povo português, já se sabe cheio de nuances mas as de verão são deliciosas.
chega agosto e com ele os exilados. de frança, suiça e luxemburgo directo para a festa. arraiais assentados e viva os arraiais, já se sabe. começa a pereder-se, já são mais raros, é preciso sair da metrópole para entrar neste mundo. mas vale a pena. misturam-se as santas (quase sempre dos remédios, das dores, dos calvários, das chagas, etc. desde que num tom sofrido) com as divas (a incontornável ágata e todas as suas afilhadas) do panorama musical nacional. divas e divos, que também os há. e é um espétaculo de barracas a venderem panelas e chibatas de cavalo marinho, roulotes-discotecas e brinquedos made in china. concertos cheios, com envergonhados e animados a baterem palmas ou não. tudo em família a que chamam famelga. dançam ela com ela, ao som do emanuel. uma versão balnear do natal dos hospitais. com danielas mercurys e morangos do nordeste nos lugarejos mais à frente do seu tempo. qual sudoeste, qual carapuça! ele é o rancho, o romance e o cumbíbio que estão no ar. sou fã.
das farturas e tremoços.
ora ele há lá coisa melhor que isto para bem dispor o espírito?
não prescindo e sei as letras todas.
ajunto-me às gentes e baila-se com quem calha.
e há que manter isto vivo e que se lixe a gulbenkian!


agora pra animar a malta



o

filme

com

mais

piada

de

todos os tempos



traumas nacionais
todas as beatrizes, bibianas e ex-bibis, são isso mesmo. ex.


cuba e paris
quem me oferece?


acho fantástico como alguns automobilistas acham que dentro dos seu carros, estão sozinhos. eles ganham poderes, o carro torna-se a segunda pele, um quartinho privado e podem tirar macacos do nariz sem que ninguém os veja, impunemente. admiro-lhes a coragem e ousadia.

1.8.05

murder she wrote
esta senhora é que era, não era?
espero reposição a qualquer momento



Vamos lá a acabar com a palhaçada, Lisboa


fosse eu hayworth e já te dizia...
asim mais o humor do wright, a voz do franksi, a genialidade do starck, que me tangue toda e me bolere até nascer o dia. a rir pra mim com a boca de lado e olho piscado. cologne misturada com whisky, cigarro como eu gosto. atormentado e com um nariz a impor respeito, agarrado à guitarra a ao lápis.dance me como banda sonora e aos fins de semana de roupão semi aberto, de livro nas mãos à varanda ou a dormir na praia. de um vão de escada qualquer para a minha mesa se faz favor. gelado se puder ser.


estou muito bem assim mas um galão sabe sempre bem.


perguntou-me:
-queres uma sander de fiamber?
ao que eu respondi:
-não, obrigader.



ps: mais arrumadinho, hã?


curriculum vitae
chamava-se Antónia. nunca recuperou.


hoje estou assim
felicidade clinicamente testada


 

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