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gaveta
13.8.05

roto, furado, saco sem fundo, 100% feito à mão. pelas minhas mãos. jeitosa. dá jeito. e logo agora! perdida por cem perdida por mil. sem linhas, nem direitas nem tortas de deuses que me perseguem qual cobrador do fraque. passei aqui para aliviar mas nem me atrevo a aprofundar muito a ladaínha, não vá o karma operar com cutelos mais uma vez. que se lixe a crise. sou eu quem está em crise! muitas crises! em estado crisítico! e pior, tenho o feeling que estes foram os primeiros triunfos de um belo ranking que se aproxima... só pode ser macumba, anda aí alguém nas rezas, a acender-me velas, com pedras à lua e véus liláses, em danças e transes. e não me digam que é fita, porque fita eu sei fazer, isto é azar daqueles que nem a minha imaginação possuída conseguia criar. mas isto é tudo relativo e pouco há de garantido. enfim, que o sol brilhe doucement e pode ser que eu aguente. vanhu eles que eu posso cueles.


nota da editora:
a protagonista de toda esta anedota estará de volta - e ao ritmo habitual - brevemente (assim que as suas disputas, ódios e quezílias com entidades netcábicas e euróicas amainarem).
entretanto, estes ameaços continuam.
fui.
se sobreviver, volto para contar.

(boas férias a quem, como eu, as tenta encontrar)

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