<$BlogRSDURL$>
gaveta
24.3.06


20.3.06

cry me a sea


a promessa
de coisas
boas
aqui

19.3.06



absolutely fabulous
There are so many fabulous faraway places to see!
Such as Mexico, Sweden, Hawaii, Japan and Capri!
There are so many exciting & wonderful places!
Mountains and jungles, deserts and oasis!
Pleasant as home is,
It isn't what Rome is!
So why stay there?
When there are so many fabulous faraway places to see!
Why should Spain and Tahiti and Rio
Just be only names to you and me?
I feel certain there are people
We'd be glad to know there!
So tell me why don't we get up and go there?
Go to those fabulous places where we long to be?
Like Bangkok & Hong Kong & Paris & Venice!
Tokyo & Cairo & Lisbon & London!
Wonderful fabulous places we're longing to see!

There are so many
Simply incredible places to see!
When I think of the warm Caribbean,
I see a new world for you and me!...
I'd give anything just to have one single day there!
And once we get there,
I know that we'll stay there!
Stay in those fabulous places
Where we long to be!
Like Bangkok, Hong Kong, Paris and Venice
Tokyo and Cairo and Lisbon and London
Siam! Sienna! Vienna! verona!
Java! Jamaica! Bombay! Barcelona!
Show me those fabulous places
We're longing to see!




[ h o l d . m e ]


domingo crónico
Quando eu era menino, no liceu, obrigavam-nos a uma coisa chamada Mocidade Portuguesa, que incluía farda, marchas, discursos patrióticos e parvoíces correlativas. Chamavam-nos «filiados», e havia um livrinho ou opúsculo ou folheto com o desenho de um filiado feliz, de braço espetado à nazi
(a Mocidade Portuguesa incluía continência de braço espetado à nazi)
e junto ao filiado feliz, as palavras «Mandamentos do Bom Filiado». Dez, claro. Como os da Bíblia. lembro-me do Sétimo, «O bom filiado é aprumado, limpo e pontual», mas os meus problemas residiam no Primeiro, que ainda hoje me assombra. Rezava assim: «O bom filiado educa-se a si próprio por sucessivas vitórias da vontade», e eu quedava-me a repetir aquilo num esforço de compreensão que me esturricava os neurónios, só parecido com o embaraço que o padre da igreja introduzia no meu crânio ao pedir
- Meditemos agora na Paixão do Senhor
se inclinava, de olhos fechados, a meditar, e eu achava-me o pior dos imbecis porque não era capaz de de meditar em nada e ainda menos na Paixão fosse de quem fosse. Bem me inclinava, bem fechava os olhos e a meditação não vinha. Vinha sono, aborrecimento, a ideia de uma menina d tranças, mas meditações peva. O Senhor lá estava na Cruz, por trás do padre, todo sanguezinho, todo coroa de picos, todo sofrimento, espetadíssimo em pregos, e aquilo que uma pobre alma de seis anos podia partilhar com Deus era a sua incompreensão e o seu tédio. Para quê tanto escuro, tanto drama, tanta tristeza, qual a intenção de impingirem horrores de castelo fantasma, qual o motivo de me impedirem a alegria e a esperança? Tinha frio, tinha sono, tinha medo. O Diabo, de garfo e labareda, alaramava-me. E ainda pr cima devia comer a sopa toda para o Senhor não chorar: que o Senhor derramasse lágrimas por uma caldo verde excedia o meu entendimento. E como pois amar um Deus paradoxal, terrível nos castigos, mandando pragas e matando primogénito, que juntava, a estas características de serial killer, prantos convulsivos de dor no caso de eu recusar a canja? A esta preplexidade a Mocidade Portuguesa achou por bem juntar aquele primeiro mandamento vigoroso e tremendo «O bom filiado educa-se a si próprio por sucessivas vitórias da vontade», comigo a tropeçar no educar-me a mim próprio e, mais ainda, nas sucessivas vitórias da vontade. Como deveria fazer para me educar a mim próprio? Como raio se conseguem sucessivas vitórias da vontade? O que são vitórias? O que é a vontade? Resolvi começar pelo aprumado, limpo e pontual, que se me afigurou mais fácil. O limpo e o pontual com algum esforço, conseguia-o, o aprumado encontrei no dicionário, tudo coisas, aliás, em que o bom filiado se encontrava em sintonia com o Senhor, que portanto imaginei logo, de farda, espetando braços nazis. Talvez o Senhor fosse aquele velho, de trinta ou quarenta anos, que mandava na Mocidade Portuguesa, vigiando-nos, no centro do recreio do liceu, com olhinhos severos, em sentido marcial, duro, educado por si próprio, limpo, pontual, aprumadíssimo, com sucessic«vas vitórias da vontade no activo. Talvez o Senhor fosse aquele velho. vírgula: o Senhor era aquele velho. A borbulha no queixo diminuía-lhe um pouco a majestade, sobretudo porque não parava de coçar-se, mas ninguém é perfeito e eu aceitava o acne divino com alguma dificuldade embora com compreensão. Aceitava o acne dvino, aceitava a unha do mindinho a atormentá-lo, aceitava o tique que lhe arrepanhava a bochecha e alegrava-me não haver sopa nas redondezas para não lhe estimular as lágrimas, dado que me horrorizava a hipótese de o Senhor desatar em choros diante dos filiados, em pelotões perfeitinhos, confessando
- Não sou aprumado, limpo e pontual
admitindo
- Não me educo a mim próprio por sucessivas vitórias da vontade
a inclinar-se de olhos fechados numa meditação comprida, sem mandar pragas nem matar primogénitos, enquanto nós, os filiados, os bons filiados, de uniforme, barrete, cinto, toda aquela tralha, marchávamos perante ele no pátio do liceu, com um tambor e uma corneta viril, nós, os filiados felizes, recitando os Mandamentos em coro, tão limpos, tão pontuais, tão aprumados, saindo do portão a caminho da Praça José Fontana, com o seu coreto e o seu vendedor de castanhas, para além dos pombos municipais que fugiam espavorados diante da nossa determinação bélica.


O BOM FILIADO in Terceiro Livro de Crónicas
de António Lobo Antunes



the elvis are alive with the sound of music


walk & talk
let's get it over and out, Roger.

18.3.06

the saturday evening most



17.3.06

notas batidas:
a pedido de alguns ouvintes,
ficam a descoberto apenas os últimos posts,
quem quiser mais papelada vai ali à direita ou ao fundo.


palavra da senhora
supercalifragilisticexpialidoucious

[de mala na mão e chapéu a voar]


excerto da vida moderna
as máquinas nespresso são as novas bimby


spread



são critérios, senhor!


caco antibes
[quando o anti-herói sai por cima]


da série "tentativas aforísticas":
a vazio ocupa muito espaço


rebeldia
acreditar na fada dos dentes


nestes dias
os brandos costumes abrandam mais do que o costume.


a conquista

apanhou meio mundo desprevenido


relação sujeito-reboque














fig. 1


tem muito pouco de metafísico; no meu caso a vítima oferece de bandeja a presa - tirando o gozo aos caçadores; e por último: vão antes apanhar ladrões ou tentar roubar outros.

16.3.06

totolouco
apesar da chatística e das parvoeiras gerais, pai, aproveito esta altura do meu dia para lhe dizer que gosto de si.
muito, quase sempre e para sempre.
a mensagem segue telepaticamente dentro de momentos.
até logo e veja lá se me liga.


es
que
ce
mos
sem
pre
que
is
to
é

u
ma
vi
da


o senhor 7 e a senhora 8 ,
muito ortográficos,
só se complementaram directamente
depois do casamento.


de baixo descontrole

dá-se recompensa.


distribuição

francisca, com chapéu de três bicos, três cantos e um quarto escuro para revelar.
tudo show, gato incluído
para ver bem, ficar melhor e gostar mais de tudo,
1 2 3
não é só uma retribuição, é uma vénia
.)


força de expressão

locomoção loucomotiva
passada a vapor



home.work

15.3.06

da série "frases que não impõem qualquer respeito":
ele é intelectualmente honesto

mas francamente expliquem-me isto da honestidade intelectual. até que ponto se pode ser honesto e quando é que a honestidade é meramente intelectual.

pode dizer-se ah não, ele é um sacana, mas intelectualmente é impecável?

como é que se faz?
lê-se só autores portugueses?
pensa-se em pagar os impostos?
não se plagia ou a malta apenas se abstém de trafulhices intelectualmente significativas?

ligado a isto ou não, acabei de ouvir um senhor engenheiro, numa reportagem muito engraçada a dizer as seguintes palavras quando lhe foi exigida uma base para a sua declaração de que os túneis do metro são completamente seguros:

- não sabemos se os fizemos com cascalho ou betão armado, não vamos furar paredes para o apurar e não tirámos amostras para vos comprovar o que lhes digo, mas acreditem nisto, dizia ele aos repórteres, isto é sólido e seguro.

todo o resto da conversa foi uma barrigada de riso mas ele, ao que parece, foi muito honesto o tempo todo.


madeixas! alguém me explica porque é que uma pessoa sã, equilibrada e normal da cabeça faz madeixas? num cucuruto preto espetar fios amarelos, cordas cor de laranja que todos, mas todos sem excepção, todos mesmo, sabemos que foram feitas no cabeleireiro. folha de prata na cabeça e um balúrdio para se parecer um palhacinho mal disfarçado. juro, mas juro mesmo que não entendo!

14.3.06


















este é o meudrian.

13.3.06

nestes dias

f l o r e s ç o
f l o r e s ç o
f l o r e s ç o


you


eaz time i zee you
i'm in za zity of lize



just called to say

that you
to me
are sweet as
roses in the morning


bea my honey

spoon full'a suga'


palavra da senhora:
graças a deus



de como eu gosto de lustres e candelabros

12.3.06

conto curto
fim.


frase prefeita


éscréví túdó dé úmá ásséntádá.

11.3.06


a room with a view


short story
short


este senhor, passageiro da air alfalfa nº 26831935, de outra vez o 63912273 e da última vez o número 34291824, mudou de país, para outro trópico mas não quis separar-se dos seus porcos.
os porcos seriam ainda a curta ligação a uma raíz que teria no seu território original. não quis ver-se livre deles nem os deixaria noutras mãos.
na primeira viagem veio a preparar o ninho, amaciar as palhas onde se viria a deitar; depois de tudo arrumado voltou, pelos porcos e outros parcos seres e haveres.
seria impossível a via terrestre e o caminho marítimo dava-lhe enjoo e perda de tempo. os porcos, que afinal eram só cinco, tinham de voar.
a custo emagreceu-os prometendo a si próprio que os engordaria com mimo logo à chegada, cioso das suas necessidades e conforto. e muito ciente disso, calculou o espaço e o tempo de cada porco. três semanas seriam o suficiente.
no dia da viagem, embalou-os mas causaram-lhe pena. talvez a claustrofobia e as oito horas de altitude os assustasse apesar do treino. decidiu deixar um para os outros terem mais espaço.
viria mais tarde, acertaria as últimas contas e depois não voltaria mais.
a vizinha cuidaria do porco restante e foi com dificuldade e pesar que se despediu do maior animal que tinha. voltaria para o vir buscar, prometeu-lhe.
arrancou para o check in, pagou a taxa de peso extra, despistou o serviço alfandegário com naturalidade e só ele soube que os porcos embarcavam na sala das malas, fragilmente etiquetados para que ficassem cuidadosamente de pé.
fez todo o percurso ora com confiança do sucesso da missão, ora com o coração nas mãos.
quando no tapete rolante viu a caixa e não ouviu qualquer som, correu para ela, pegou-a e pôs-se na fila dos taxis evitando abri-la, receando o pior.
não resistiu e ainda na espera rasgou a fita isolante para confirmar a matança dos porcos ou o seu triunfo. ao olhar para dentro em vez da mortandade de quatro tristes porcos, viu o berçário adormecido apenas.
o resto do caminho levou-o de dente à mostra, inchado de contentamento.
duas semanas depois, após o restabelecimento suíno e a construção de um elaborado sistema dispensador de alimento, comprou a passagem de ida e regresso e, animado com a ideia de reunir a família, levava já a caixa que acolheria o pai de todos.
tudo como previsto, pisou solo firme e deu-se o reencontro. igual ao que era quando foi deixado, o porco-mor contente preparou-se para o caminho. com o peso ideal para levantar vôo, aconchegou-se no recipiente e deixou-se dormir.
desta feita mais sereno, o criador partiu com tudo planeado até ao fim.
mas da última vez,
o planador caiu.


10.3.06

canteiro
até o seu canto do olho desafinava.



que grande partida


às vezes penso se terei algum problema de expressão.
em certas alturas parece que é difícil fazer-me entender.


hoje no comboio sentei-me ao lado de uma rapariga que lia. não descansei enquanto não descobri o que era. afinal um livro de não mais de 200 páginas chamado Toda a Verdade. ainda estou espantada.

8.3.06

isto é um motor de busca.





[postaparte]


pedistio, destemu, e levastezio

you make me go cheese

triologia a dois sem sisos



falling a part
e eu nua aos trambolhões no palco, feita em peças.

7.3.06

é vê-los debaixo da moínha que amola, a não levantarem os olhos para o cinzento do tecto, do pingo que nem o é a atirar-se ao chão, atirar-se contra as casa e caras que se abrigam na gola a pedir esmola ao deus dará. é vê-los a tentar resistir à abertura do guarda-chuva, jornal no braço ou noutros lados, de lenços assoados, assobios falados. é vê-los desatentos concentrados no desenho da calçada, é vê-los, aos poucos, de cabeça levantada para a varanda verdete enferrujada, os azulejos da fachada. é vê-los na hora de almoço pendurados na escada enrolada que não desemboca na rua, só noutro túnel mecânico. é vê-los sem desepero nos corredores da cidade, a passo lento largo, ao lado de uns e de outros sem companhia. sentados, encostados ao acento grave, circunspectos ou menos metediços para dentro. novelos tricotados em forma de botas de lã, pés fechados inodoros que batucam o chão ao ritmo dos carris e das buzinas de ar. é vê-los sem sabê-los e sem mais nada. ora estão cá hoje, amanhã vão de viagem, ora a tia doente em casa, o chumbo do miúdo, aquilo a não esquecer que se escreveu nalgum lado, o jantar descongelado, as flores, o sapateiro, a consulta, o recibo, o passaporte,o telefonema a reclamar, o casamento para a semana. o casamento com a semana todos os dias. o bilhete para o caminho, o bilhete caducado sem segredo, sem ninguém a quem passar, título inválido, transporte cuidado frágil, este lado para cima.

6.3.06

viagem no sítio do costume

adeus frangos de aviário.


o senhor 5 e a senhora 6 sabiam que nunca resultaria.
separaram-se logo à nascença.


mamalhudíssima. hoje encontrei uma pessoa que não só ilustra este adjectivo como o encarna na absoluta perfeição. mamalhudíssima é a descrição exacta de toda ela. coisa extraordinária.


be link
acho muita graça à maneira como o blog é linkado. chamam-lhe sempre coisas diferentes e as variações têm que se lhes diga.
e se alguém se sentir desinspirado ou pouco original, o nome é como acima.


ena!
estou contente com o resultado dos óscares!


ai suspirou, enquanto soltava gás lacrimogénico


nós

[e os laços]

[motion picture perfect]


eu


conto breve
semi breve


o senhor 3 e a senhora 4 sabiam que
mais tarde ou mais cedo
iam gostar mais dos silêncios do que do resto.
separaram-se devido a _________ irreconciliáveis.




assim

5.3.06

não quero perder tempo nenhum, mas quero tudo lento. apanhar os segundos que vou perdendo. os segundos não, os primeiros. e eles a fugirem. e eu a apanhar. mas não quero correr. não sei bem ainda. mas quero assim. muito.


Alma até Almeida
e de Almeida para a frente, Alma sempre.


carro au ciel


[pardais nas tuas graças, feiras de livros, passeatas,
frio na cabeça, coisas quentes, sandwishes de presunto
e conguitos nos dentes. sinos, badaladas, contos de reis
e de fadas, cadelinhas rafeiras, elevadores e escadas.
eléctricos métricos, horas da bomba, ameixas chilenas,
tremoços centenas, enguiços, ouriços; fim da semana,
semanada e semanários, hong kongs e relicários. chás
de bules de metais preciosos, e gaivotas, aviões ociosos;
tostas e fitas, banhos escaldados, trocas mistas. e um
polvo de ferro que contra gotas não há tempestades. ]



4.3.06

united statements
vivo em regime de time-sharing


conjugação
/olheiras/alheiras/orelhas/


muito
bem dito


palavra da senhora:
pespireta


não há nada como realmente


mentosucción

eles não gostam de celulite, diz o anúncio. sim, gostam de melheres oleosas em bikini, de saltos altos, todas elas 2 metros de perna? sim? não? e elas, do que gostam? e do que não gostam? eu não gosto de torresmos. e agora? e então? a coisa toma contornos tão ridículos que não vale a pena dizer mais nada.


bescial

gosto da ambiguidade do nome da coisa.
hesitantes entre o
essencial e o cosmpolita essential, ficamos assim.



pub&cidade
e depois há coisas destas, boas de ver e com resultado.


moi

3.3.06

joggin' loggin' jokin'
run time error has ocurred


e depois nascem tigres. este é meio siberiano meio alemão. e eu gosto.


dá-me uma certa comichão escrever o corriqueiro. descrever a banalidade, ainda que com ironia ou ginástica parecida, parece-me quase sempre inútil. bem sei que não é sempre assim e que vale a pena dizer. mas acho que já está tudo ou quase tudo falado sobre alguma cosias, e confesso a minha preguiça perante a verbalização dos juízos que teço. também dada a economia e o espírito resumista que se apossa de mim quando a coisa mais devia desenvolver. na minha cabeça, saiba-se lá porque motivo, a esquematização de uma ideia é equivalente a uma sinopse.
enfim, este desvio para obras acima serve de azeitonas ao que ia dizer ao princípio.
está tudo doido? sim, claro que nem vale a pena perguntar. mas hoje foi um circo dos feios e não resisto a destilar um venenóide sobre isso.
os mupis, minha gente, os mupis! erem, serem, andem e porem-se em fila na passerelle disfuncional da mente mácriativa de uns para a boca papa tudo de outros. forem 6, logo de manhã. um da western union em que numa praia tropical ele lhe pergunta quantos filhos quer ter e ela responde num balão manhoso 4,90€. seguinte: um sapo anoréxico pergunta à malta se quer curtir sem compromisso - é bonito. depois 2 em sequência da sumol em que figuram dois lânguidos adolescentes em separado, cada qual com seu convite descabido para o relax. a seguir um carro que diz ser o novo ponta de lança usando a velha táctica de somos campeões, seja também, pomos aqui um futebol e a coisa vende. por último, um jogo de playstation ou irmão em que o cristianinho aparece qual Homero com a catch line a bola é a tua arma de humilhação - parece que já estou a ver o show do infante de 8 anos a aceitar o desafio.
claro claro, liberdade criativa, claro claro, eles que decidam o que querem fazer, somos nós que mastigamos e que decidimos o que engolimos ou não, blá, blá blá e tal e assim. mas o que é certto é que isto é um reflexo triste e pobre. e depois esta vulgaridade marca e influencia. há-de haver sempre lixo e hão-de haver sempre jóias. mas exigir melhor é bom.


e eu

fico assim

[às voltas]



café e sexta-feira. a promessa de coisas boas.


ca marada
se somos todos comuns mortais, a odete santos é uma comuna imortal?

2.3.06

enjoo.te ramos
depois dos amores falhados do chiado e afins, eis que ele se aventura nos cupidos agora. parece que a desgraça se inaugura agora pela primavera.
não lhe tiro o mérito do empreendorismo, que de facto o homem mexe-se. mas as coisas dele não existem. puramente insignificantes. no chiado o que lhe valia eram algumas marcas e a yorn a tomar o espaço. de resto tudo muito fraco, como a figurinha do senhor. e deus, a insistência do tema! alguém pare aquele homem por favor. passo a publicidade.

1.3.06

velocidade da luz
ridin' the stars


bonjour tristesse










quando se acorda para isto


eu
SEM"P" UALaOne Letter / VRAS


 

Web Site Counter